CONTRA COVID-19

Lenir Rodrigues pede prioridade na vacinação de conselheiros tutelares

Profissionais continuam atuando presencialmente garantindo cumprimento da lei, disse a deputada.

Foto Ascom Parlamentar: Lenir pediu atenção especial do Poder Público.


Os conselheiros tutelares que atuam em todos os municípios de Roraima poderão integrar o grupo prioritários dos profissionais de segurança pública para a vacinação contra a Covid-19. O pedido foi feito por meio de indicação parlamentar pela deputada Lenir Rodrigues (CIDADANIA), ao Governo do Estado.

Durante o período de explicações pessoais na sessão desta quarta-feira, 28, a parlamentar pediu uma atenção especial do Poder Público no atendimento dessa demanda ressaltando a importância desses profissionais para o cumprimento dos direitos das crianças e adolescentes. “Principalmente nesse tempo de pandemia em que as pessoas estão em casa, os conselheiros são incansáveis para atender situações em que ocorrem abuso de crianças e adolescentes. Queria pedir a sensibilidade do Governo do Estado, como medida de urgência para que eles sejam vacinados de forma prioritária”, disse.

Lenir salientou que o isolamento social acaba potencializando o aumento no número de casos de abusos contra crianças e adolescentes. “Essa tem sido uma grande preocupação de quem trabalha no cumprimento do ECA (Estatuto da Criança e Adolescente), até porque o próprio Ministério da Saúde reconhece que as violências sexuais contra menores de idade ocorrem, em sua grande maioria, e ambientes domésticos, familiares”, apontou ao destacar ainda o quadro de gravidade da situação imposto pela questão da crise migratória pela qual passa Roraima. “Esse é outro fator que, infelizmente, pode contribuir para o aumento desses casos de abuso infantil”, ponderou.

Lenir comentou que, mesmo durante o período da pandemia, os conselheiros tutelares continuaram desenvolvendo suas funções e atividades normalmente. “Inclusive com plantão 24 horas, atendendo denúncias, reinvindicações, reclamações e solicitações no sentido de manter a proteção não apenas de crianças e adolescentes, mas de familiares e da comunidade em geral. Esse trabalho é feito presencialmente, nos locais onde se encontram as possíveis vítimas, para a comprovação dos fatos denunciados”, concluiu.

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